Cada anúncio da conta com o vídeo/arte tocando aqui dentro da página, o tema que comunica e o resultado real. Sem precisar abrir o Gerenciador.
A conta roda dois motores: WhatsApp (puxa conversa → consulta) e Visita ao Perfil (topo de funil barato). Cada um tem sua régua — não dá pra comparar o custo de um com o do outro.
Ordenados do mais barato pro mais caro por conversa. A leitura clara: dor específica + médico com nome converte melhor que o institucional genérico.
Aqui o objetivo é levar gente certa pro Instagram por centavos. O gancho de convênios e de atualidade (Copa) são os destaques.
Mão (Dr. Deomar · R$ 4,13) e joelho (Dr. Bruno · R$ 5,41) batem o institucional genérico. Faltam anúncios assim de coluna, ombro, quadril e viscosuplementação.
O campeão absoluto (R$ 3,19) usa esse chamado local no título. Vale replicar o gancho de cidade em mais criativos.
Genérico, sem dor e sem oferta. Onde aparece como título, o resultado cai. Trocar por promessa concreta.
O melhor vídeo tem árvore de Natal no cenário — gravado em dezembro, rodando em julho. Regravar o mesmo conceito sem o enfeite deve render ainda mais.
Imbatível na visita ao perfil (R$ 0,21). No WhatsApp fica caro (R$ 6,76) porque quem clica em “ver planos” está pesquisando, não agendando.
Conjuntos “28-60 Cariacica” em campanhas diferentes competem entre si e sobem o CPM. Consolidar reduz custo.
Todos no formato campeão: gancho local → dor específica → especialista com nome → chamada pra agendar. Cobrem as dores mais buscadas que hoje não têm anúncio dedicado.